domingo, 28 de julho de 2013

Lisboa

A palavra "Lisboa" deriva do nome primitivo do rio Tejo: Lissus ou Lussus. Este nome originou vários termos, como por exemplo, a denominação de lusitanos aos que habitam na Lusitânia, vulgo Portugal.
O Tejo, só teve esta denominação, devido aos romanos que o chamaram de Tagus e, como em todo o país, a chegada dos árabes alterou as palavras, pela dificuldade de pronunciação, sendo Tajo (como atualmente em Espanha) e depois Tejo.
Segundo uma teoria de Bochart, o nome Olissipo, designação pré-romana de "Lisboa", remontaria aos Fenícios. Segundo esta teoria, Olissipo derivaria de "Allis Ubbo" ou "Porto Seguro" em fenício, dado o magnífico porto fornecido pelo estuário do Tejo. No entanto, não existe nenhum registo que possa comprovar tal teoria. Segundo Tovar, Olissipo seria uma palavra de origem tartessa sendo o sufixo ipo frequente na região de influência Turdetano-Tartessica. O prefixo "Oli(s)" não seria único pois surge numa outra cidade Lusitana, de localização desconhecida, que Pomponius Mela dizia chamar-se Olitingi. 
Posteriormente, o nome latino teria sido corrompido para "Olissipona". Ptolomeu chamou a cidade de "Oliosipon".
Os visigodos chamaram-na "Ulishbona" e os mouros, que tomaram a cidade no ano 714, nomearam-na, em árabe, اليكسبونا (al-Lixbûnâ) ou لشبونة (al-Ushbuna). 

Etimologia mítica
Os autores da Antiguidade explicavam através de uma lenda mítica a origem da fundação de Olissipo que atribuíam ao herói grego Ulisses. Solinus, provavelmente baseando-se na lenda contada por Estrabão de que Ulisses teria fundado uma cidade na Península Ibérica, em local incerto, chamada Odysseia, atribui a fundação de Olissipo a Ulisses.
«Ibi oppidum Olisipone Ulixi conditum: ibi Tagus flumen.»

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Amesterdão

Porque há imagens que valem mais que mil palavras...


sexta-feira, 29 de março de 2013

Ópera do Tejo - Lisboa, 1755

Música: Alessandro Nell' Indie de David Perez - a ópera que estreou a Casa da Ópera ou Ópera do Tejo, em março de 1755, situada no Terreiro do Paço. Desapareceu com o terramoto de 1 de novembro de 1755.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Sabia que...

...O Mosteiro dos Jerónimos ou de Santa Maria de Belém (SMB) teve quintas e outras propriedades no concelho do Seixal? Aqui foram localizados vários marcos de divisão de propriedade com as iniciais SMB. Efetivamente, os frades Jerónimos chegaram a ser proprietários da Quinta da Atalaia, (onde hoje se realiza a festa do Avante), da Quinta da Palmeira (onde hoje está a Siderurgia Nacional), da Quinta de Fernão Ferro e do Pinhal de Frades, que aliás deve o seu nome a esse facto. Os frades Jerónimos ou de Santa Maria de Belém também tiveram marinhas de sal na zona ribeirinha da Aldeia de Paio Pires. Em 1834, por extinção das ordens religiosas, todas estas propriedades foram vendidas em hasta pública e compradas por particulares.