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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Leonor Monteiro, uma mulher da liberdade
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
A Muleta do Seixal
A Muleta do Seixal ou Muleta de Tartaranha é uma das mais invulgares embarcações portuguesas, caída em desuso em finais do século XIX. Os seus portos de armamento eram o Seixal e o Barreiro, onde figura como o elemento principal no brasão destas duas cidades.
Embarcação de pesca de arrasto à vela, aparelhava uma arte de rede de arrasto pelo fundo em forma de saco, chamada arte de tartaranha. A sua zona de actuação limitava-se aos estuários do Tejo e do Sado e à plataforma continental entre os Cabo da Roca e Cabo Espichel. Pescava principalmente peixe areado (azevia, linguado e solha).
Considerada durante muito tempo como uma embarcação de tipo romano (ou mesmo mais antiga), a moderna investigação situa-a em Portugal numa data muito mais recente (sécs. XVI-XVII). A muleta de tartaranha foi substituída nos finais do século XIX pelo bote de tartaranha, embarcação tradicional do tipo dos barcos do Tejo, que desenvolveu a sua actividade até finais da Segunda Guerra Mundial.
Um dos aspectos mais característicos da muleta e do bote de tartarenha é o aspecto vélico, constituido por um conjunto grande de velas armadas a vante e a ré, triangulares e retangulares.
Encontra-se presente no brasão da Cidade do Seixal.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
A Reconquista da Moinho de Maré
O Moinho de Maré do Castelo, em Corroios, edifício com mais de 600 anos, reabre ao público no dia 11 de Setembro, sexta-feira, às 18 horas, após um processo de qualificação com um investimento de mais de 2 milhões de euros. O programa de reabertura inclui a inauguração de uma exposição de longa duração sobre o próprio moinho, concertos e teatro electroacústico. O Moinho de Maré de Corroios foi construído em 1403, por iniciativa de Dom Nuno Álvares Pereira, tornando-se propriedade municipal em 1981. Património classificado como imóvel de interesse público em 1984, constitui desde 1986 um dos núcleos do Ecomuseu Municipal do Seixal.
PROGRAMA DE REABERTURA
11 de Setembro, sexta-feira, 18 horas
*Inauguração da exposição de longa duração "600 anos de Moagem no Moinho de Maré de Corroios"
12 de Setembro, sábado, 18 horas
*Concerto pela Banda da Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense
Direcção pelo maestro Jorge Azevedo
12 e 13 de Setembro, 16 horas
*Teatro electroacústico
Contos contados com som - Miso Music Portugal
13 de Setembro, domingo, 18 horas
*Concerto de jazz pelo quarteto de Daniel Salomé Vieira
Visite o Moinho de Maré de Corroios e o sapal envolvente. Verá que valerá a pena!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Um Cais Diferente
É neste cais
Que vejo o pôr-do-sol,
Que sinto a brisa do mar,
Que espero que as gaivotas
Passem por ele a voar.
*É neste cais
Que aprendi a sonhar
Com aqueles que gosto,
Com aqueles que gosto,
Pois ali descobrimos
As noites de Agosto.
*
É neste cais
Que paramos o tempo
Sobre as negras águasPara depois conversarmos
As alegrias e as mágoas.
*As alegrias e as mágoas.
É neste cais
Que noutrora atracavam
Os pescadores do Seixal,
Que me sento e deslumbro
O moinho de maré e a capital.
*
É neste cais
Que a qualquer hora
Me afasto da cidade,
Como que se tivesse encontrado
um cais de liberdade.

domingo, 9 de novembro de 2008
O Seixal em Évora
Do Seixal a Évora são poucos quilometros de planície alentejana para observar, mas à chegada encontramos sempre boa disposição e amabilidade característica dos alentejanos.Os Algazarra & Companhia e o Grupo Cénico da Sociedade Filarmónica União Seixalense deslocaram-se à cidade património mundial para actuar e animar os eborenses.
Saímos do Seixal às 8h20 e, assim que chegámos a Évora, começamos a tocar para acordar
Fomos a tocar até à Praça do Giraldo e depois seguimos até ao jardim do Rossio, terminando na muralha do parque das merendas. Enquanto os Algazarra actuavam, os actores do Grupo Cénico distribuiam panfletos a anunciar a soireé.
Quando se aproximou a hora do almoço, dirigimo-nos à casa que nos acolheu, a Sociedade Recreativa e Dramática de Évora.
O almoço decorreu com normalidade e carregou baterias àqueles que estavam enfraquecidos.
Durante a tarde os Algazarra voltaram à carga, tocando pelos bairros menos centrais da cidade e parando o trânsito!
Na viagem até ao primeiro bairro, fomos na bagageira de uma Ford, onde faltava o equilíbrio a cada curva e a cada lomba... Começava então a parte aventureira da história!
Após animarmos os bairros, tivemos tempo livre para tocar ad libitum e até pedir esmola! O grupo juntou-se a tocar e alguns de nós, com o chapéu do actor Rogério, iamos facturando e até na rotunda da fonte luminosa se tocou, voltando a parar o trânsito naquela tarde de domingo.
Depois fomos convidados para animar os jogadores e adeptos do
A viagem para o SLE e a volta foram feitas numa carrinha de caixa aberta com os Algazarra no interior a tocar! Havia música ambulante ao pôr-do-sol em Évora.
A alegria dos Algazarra era contagiante fazendo algumas pessoas parar os carros e sair das casas para dançarem e cantarem as músicas conhecias que eram entoadas.
Seguiu-se o jantar, onde um dos principais temas de conversa foi amor e sexo! A entrada foi o resto do almoço e a sopa foi de feijão, onde os efeitos secundários
À noite, o teatro imperou. Subiu ao palco "Os Figurantes" pelo Grupo Cénico A Fénix, sendo um momento exemplar representado pelo grupo e assistido pela plateia que enchia a sala da SRDE.
Foi um dia bem passado onde o humor foi rei e que deixou saudades a todos os que foram.
Bem-Hajam!

quinta-feira, 12 de junho de 2008
Era bom mas acabou-se...

No passado dia 10 de Junho, a Sociedade Filarmónica União Seixalense encerrou as comemorações do 137º aniversário com chave de ouro levada a bom porto pela prata da casa.
O espectáculo de variedades produzido pelo Grupo Cénico A Fénix e pelos Algazarra & Companhia encheu o salão nobre da colectividade de boa disposição e de recordações da música ligeira portuguesa de outrora.
A primeira parte foi preenchida pelo Grupo Cénico A Fénix que, através de sketches atrevidos, criticou a vida social e politica do país onde não faltou um Scolari com pronúncia de Setúbal, um José Mourinho ao pormenor, um Jorge Gabriel e as Doce, uma vereadora baralhada, um Santana Lopes e a Manuela Ferreira Milk .
A segunda parte esteve a cargo do grupo musical de animação Algazarra & Companhia que tocou uma fantasia russa intitulada "Teus Olhos Negros" e, na companhia agradável da cantora Maria da Graça, prestou tributo a José Carlos Ary dos Santos, recordando os temas "Apenas o Meu Povo" (1973) e "Desfolhada Portuguesa" (1969), este último encenado e igualado à época, revivendo a Simone de Oliveira e o saudoso maestro Ferrer Trindade.
Num momento único e solene foi declamado o poema "Estrela da Tarde", também de Ary dos Santos.
in "Jornal do Seixal" nº.43
sábado, 15 de março de 2008
Recordações
Começei a aprender música em Novembro de 1999 com a Cláudia Cunha e, ao fim de seis meses, passei para Trompete, tendo como monitor o Marco Rosa. Corria o ano de 2000 e o I Encontro de Bandas de Música do Seixal era a "menina dos olhos" da União Seixalense. A primeira vez que saí para a rua com a banda foi precisamente neste encontro de bandas, onde desfilámos pelas ruas da cidade juntamente com a Banda da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete e a Banda da Arrentela.
Estava radiante com a farda que vestia e, apesar de estar o tempo chuvoso, adorei usar o boné da farda.
Por ironia do destino, hoje também faço parte da Banda de Alcochete, dirigida pelo António Menino.
As marchas que a União tocou nesse dia foram: "Vinho do Porto"e"José Macedo" de Ilídio Costa e "El Barbaña" de Emílio Cebrian Ruíz. Em concerto tocou "La Gazza Ladra", "Guilherme Tell", "Ares de Espanha", entre outras de que não me recordo.
Hoje sinto saudades da banda desses tempos, do espírito de equipa, da família e de algumas caras que desapareceram do corpo de banda, matendo-se algumas na colectividade. Posso sempre recordar aqueles que faziam parte da banda quando entrei e que hoje já não o fazem: Dulce Cunha, Sofia Oliveira, Artemisa Silva, Vânia Alagoa, Maria João Moutela, Patrícia Silva, Daniel Trindade, Rui Constâncio, Sérgio Charrua, Cláudia Cunha, André Marques, Diogo Foles, Riso, Carlos Lopes, Hugo e Nuno Gaito, Fernando e António Rodrigues e o saudoso porta-estandarte José Rosa Antunes (o Zé Faji).
Aqui recordo o primeiro dia que fui músico, porque o que é bom, é para ser lembrado!
Aqui recordo o primeiro dia que fui músico, porque o que é bom, é para ser lembrado!
Na imagem: Eu e a Dulce na Travessa dos Lusíadas, Seixal.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Um Perfume Diferente

A vida corria bem para o Grupo de Baile naquele ano de 1981.Já não eram apenas o grupo de amigos que se conheciam desde a infância, dos tempos em que tocavam na Sociedade Filarmónica União Seixalense, nem sequer aquela banda que corria pelo circuito dos bailes com umas rocalhadas importadas do estrangeiro.As 99 mil cópias do single "Patchouly/Já Rockas à Toa", lançadas em Janeiro no mercado, foram consumidas vorazmente. As que traziam o "piiiiii" sobre a palavra "pentelho" e as em que se ouvia tudo. O Grupo de Baile fez disco de ouro em apenas um mês. Foi tiro e queda: primeiro o tiro, depois a queda.
Quase dois anos depois, mesmo tendo gravado um novo single, "Estória Linda", o Grupo de Baile não voltou a ter o mesmo sucesso. Volatizaram-se. Viveram a mesma história que muitas outras bandas nascidas durante o "boom" do rock português, na euforia daqueles anos de 1980 a 1982, em que o panorama musical explodiu de uma tal forma que só podia mesmo vir depois a implodir.
Quase dois anos depois, mesmo tendo gravado um novo single, "Estória Linda", o Grupo de Baile não voltou a ter o mesmo sucesso. Volatizaram-se. Viveram a mesma história que muitas outras bandas nascidas durante o "boom" do rock português, na euforia daqueles anos de 1980 a 1982, em que o panorama musical explodiu de uma tal forma que só podia mesmo vir depois a implodir.
Músicos:
Carlos Manuel Tavares ( voz)
Vicente Andrade (guitarra)
Luís Rosado (bateria)
António Manuel (baixo)
Luís Landeiroto (orgão)
Marcelino (saxofone alto)
João Mário (saxofone tenor)
José Manuel Raminhos (trompete)
Letras:
Vitor Manuel Perdigão
"Patchouly"
Ai que bem cheiras, que bem cheiras dos sovacos,
as meias rotas e os sapatos descascados,
Ai que bem cheiras, que bem cheiras dos sovacos,
as meias rotas e os sapatos descascados,
Nas avenidas ainda fazes os teu engates,
e tudo graças ao perfume Patchouly…
Essas miúdas das escolas secundárias,
com cheiro a leite e o soquete p’lo artelho,
ficam maradas com o teu charme perfumado,
o teu perfume Patchouly…
Essas míudas das escolas secundárias
já fumam ganzas na paragem do eléctrico,
conversas parvas com mais mousse que pentelho,
não dizem duas quando estão ao pé de ti…
Porque elas gostam de te ver e cheirar
o teu perfume Patchouly
Missão Cumprida

Após o sucesso da estreia no mês de Dezembro, "Os Figurantes" - peça levada a cabo pelo Grupo Cénico A Fénix, volta a representar no salão nobre da Sociedade Filarmónica União Seixalense no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 21h45.
A estreia viu uma sala lotada com duas centenas e meia de espectadores, nos quais se destacava Joaquim Letria.
Assim, o Grupo Cénico A Fénix inicia uma tournée pelos palcos do país com a peça "Os Figurantes", de Juan Pereira, representando no mês de Janeiro no Seixal e em Azeitão no dia 26.
"Os Figurantes", de Juan Pereira
Dia 19 de Janeiro, 21h30
Sociedade Filarmónica União Seixalense
Rua Dona Maria II, 21-23 - Seixal
Dia 26 de Janeiro, 21h30
Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense
Rua S.F.P.A. - Vila Nogueira de Azeitão
A estreia viu uma sala lotada com duas centenas e meia de espectadores, nos quais se destacava Joaquim Letria.
Assim, o Grupo Cénico A Fénix inicia uma tournée pelos palcos do país com a peça "Os Figurantes", de Juan Pereira, representando no mês de Janeiro no Seixal e em Azeitão no dia 26.
"Os Figurantes", de Juan Pereira
Dia 19 de Janeiro, 21h30
Sociedade Filarmónica União Seixalense
Rua Dona Maria II, 21-23 - Seixal
Dia 26 de Janeiro, 21h30
Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense
Rua S.F.P.A. - Vila Nogueira de Azeitão
Sinopse / Argumento:
Carlos é um homem pacato e tímido que não gosta de arriscar em novos desafios. Mas tudo muda quando a sua namorada acaba a relação com ele, para seguir a sua carreira como actriz na televisão. Carlos descobre que foi despedido do seu emprego e, com a ajuda do amigo Jaime, concorre a um casting para a televisão, de modo a reconquistar o seu amor.
Uma comédia romântica com personagens excêntricas que surgem no caminho de Carlos, que consegue garantir um lugar como figurante na peça da sua amada.
Será que tudo acabará bem?
Para mais informações, consulte o http://www.uniaoseixalense.org/.
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