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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Grupo Cénico José Viana Soma e Segue

Revista em cena até Agosto.
Para mais informações: grupocenicojoseviana@gmail.com


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A Reconquista da Moinho de Maré

O Moinho de Maré do Castelo, em Corroios, edifício com mais de 600 anos, reabre ao público no dia 11 de Setembro, sexta-feira, às 18 horas, após um processo de qualificação com um investimento de mais de 2 milhões de euros. O programa de reabertura inclui a inauguração de uma exposição de longa duração sobre o próprio moinho, concertos e teatro electroacústico.
O Moinho de Maré de Corroios foi construído em 1403, por iniciativa de Dom Nuno Álvares Pereira, tornando-se propriedade municipal em 1981. Património classificado como imóvel de interesse público em 1984, constitui desde 1986 um dos núcleos do Ecomuseu Municipal do Seixal.


PROGRAMA DE REABERTURA

11 de Setembro, sexta-feira, 18 horas
*Inauguração da exposição de longa duração "600 anos de Moagem no Moinho de Maré de Corroios"

12 de Setembro, sábado, 18 horas
*Concerto pela Banda da Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense
Direcção pelo maestro Jorge Azevedo

12 e 13 de Setembro, 16 horas
*Teatro electroacústico
Contos contados com som - Miso Music Portugal

13 de Setembro, domingo, 18 horas
*Concerto de jazz pelo quarteto de Daniel Salomé Vieira

Visite o Moinho de Maré de Corroios e o sapal envolvente. Verá que valerá a pena!

sábado, 16 de maio de 2009

O Doido e a Morte

O novo espectáculo da Companhia de Teatro de Almada surpreende na mistura entre teatro e ópera.
É composto por duas partes: na primeira representa-se a peça de Raul Brandão e, na segunda, a ópera de Alexandre Delgado a partir desse texto.
A peça de Raul Brandão, misto de farsa e de tragédia em que a loucura significa o excesso de lucidez perante a injustiça do Mundo, é um modelo de concisão e eficácia cénica, capaz de fazer rir e de fazer pensar, bem como de dar um murro no estômago quando menos se espera. A ópera de câmara O doido e a morte foi composta em 1993, e estreada no ano seguinte no Teatro Nacional de São Carlos, com encenação de Pedro Wilson e direcção musical do compositor. Reposta em Cascais e na Póvoa de Varzim em 1997, teve novas produções em Berlim em 1996 (numa versão em inglês) e em Aveiro e no Porto em 2004/2005.
Está em cena no Teatro Municipal de Almada, sendo o ingresso apenas por cinco euros.

PERSONAGENS E INTÉRPRETES
O Sr. Milhões Alberto Quaresma e Jorge Martins (barítono)
O governador civil Baltazar Moscoso André Gomes e João Queirós (tenor)
D. Ana de Baltazar Moscoso, sua mulher Maria Frade e Madalena Boléo (meio-soprano)
Nunes, polícia Miguel Martins
Polícias, Enfermeiros, etc.

ENCENAÇÕES Joaquim Benite
DIRECÇÃO MUSICAL Fernando Fontes
ESPAÇO CÉNICO Jean-Guy Lecat
FIGURINOS Sónia Benite
ILUMINAÇÃO José Carlos Nascimento

INSTRUMENTOS E INTÉRPRETES
Flauta em Sol Marina Camponês
Clarinete em Lá Ricardo Henriques
Clarinete baixo em Si bemol (e clarinete em Si bemol) Ana Rita
Contrafagote (e fagote) Ricardo Santos
Cravo Patrícia Vintém
Violino Daniel Bolito
Viola Joana Cipriano
Violoncelo Hugo Fernandes
Contrabaixo Romeu Santos

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Almada Viva!

Por duas ocasiões diferentes, desloquei-me à cidade vizinha com planos agendados!

Na primeira, andei, pela primeira vez, no Metro Sul do Tejo e na outra fui até ao teatro assistir a uma das melhores peças que conheci até hoje.
Fui, mas não sozinho! Levei aqueles que da minha felicidade fazem parte.
Começo por falar daquilo que mais gostei.



Teatro: "Acamarrados", de Enda Walsh

Esta peça mostra-nos a vida de um pai e uma filha presos a uma cama suja. Cada um deles conta compulsivamente a sua história: o pai fala da ascensão e queda da sua empresa de móveis, com todos os pormenores, ajudado pela filha, enquanto que esta conta aquando de um passeio na praia, as histórias que a mãe lhe lia e as saudades que dela tem.

Ambos mostram a sua visão do mundo conjugada com luzes, até que as histórias se cruzam, neste momento e nesta cama, onde tudo é frenético, cruel e feio, mas onde talvez seja finalmente possível uma verdadeira conversa entre os dois, e talvez consigam então parar e dormir.

Em "Acamarrados", o pai construiu paredes e mais paredes dentro de casa, até a filha ficar numa caminha: erigiu paredes à volta e entrou, também ele, para a cama.

Esta história conjuga violentamente o dramático com o humor, terminando com um beijo de pai para filha, tão ternurento e sincero que faz chorar quem assiste.

"Acamarrados" esteve em cena no Teatro Municipal de Almada, com um excelente trabalho levado a bom-porto por: António Simão e Carla Galvão (actores); Tradução de Joana Frazão; Cenário e figurinos por Rita Lopes Alves; Luz: Pedro Domingos; Produção de António Simão e Pedro Carraca (assistente).



Passeio: Metro Sul do Tejo, entre o Laranjeiro e Cacilhas

Na passada semana iam quatro amigos num passeio de carro sem destino quando o mais magro dos quatro disse:

-"Porque não paras o carro e vamos de metro até Cacilhas?". Foi uma boa ideia, esta do Ricardo (que às vezes até tem boas ideias!).

Estacionei o carro e fomos directos à paragem onde comprámos o bilhete por apenas 0,85€ (válido por uma hora e recarregável nos cartões Lisboa Viva e Sete Colinas).

A viagem foi muito boa! Constatámos que o século XXI chegou a Almada e o conforto oferecido pelo metropolitano era apetecível.

Ao chegar a Cacilhas, demos uma volta até ao Ginjal e apreciamos a vista para a capital.

Num futuro próximo, antes de eu me reformar (espero!), o Metro Sul do Tejo chegará ao Seixal, tendo uma paragem mesmo junto à minha casa.
Mas enquanto isso não acontece, apenas podemos viajar entre Corroios e o concelho de Almada.


domingo, 9 de novembro de 2008

O Seixal em Évora

Do Seixal a Évora são poucos quilometros de planície alentejana para observar, mas à chegada encontramos sempre boa disposição e amabilidade característica dos alentejanos.
Os Algazarra & Companhia e o Grupo Cénico da Sociedade Filarmónica União Seixalense deslocaram-se à cidade património mundial para actuar e animar os eborenses.

Saímos do Seixal às 8h20 e, assim que chegámos a Évora, começamos a tocar para acordar qualquer dorminhoco que ainda ressonásse.
Fomos a tocar até à Praça do Giraldo e depois seguimos até ao jardim do Rossio, terminando na muralha do parque das merendas. Enquanto os Algazarra actuavam, os actores do Grupo Cénico distribuiam panfletos a anunciar a soireé.
Quando se aproximou a hora do almoço, dirigimo-nos à casa que nos acolheu, a Sociedade Recreativa e Dramática de Évora.
O almoço decorreu com normalidade e carregou baterias àqueles que estavam enfraquecidos.
Durante a tarde os Algazarra voltaram à carga, tocando pelos bairros menos centrais da cidade e parando o trânsito!
Na viagem até ao primeiro bairro, fomos na bagageira de uma Ford, onde faltava o equilíbrio a cada curva e a cada lomba... Começava então a parte aventureira da história!
Após animarmos os bairros, tivemos tempo livre para tocar ad libitum e até pedir esmola! O grupo juntou-se a tocar e alguns de nós, com o chapéu do actor Rogério, iamos facturando e até na rotunda da fonte luminosa se tocou, voltando a parar o trânsito naquela tarde de domingo.
Depois fomos convidados para animar os jogadores e adeptos do Sport Lisboa e Évora onde tocamos o passodoble "El Barbaña" no meio de muita alegria.
A viagem para o SLE e a volta foram feitas numa carrinha de caixa aberta com os Algazarra no interior a tocar! Havia música ambulante ao pôr-do-sol em Évora.
A alegria dos Algazarra era contagiante fazendo algumas pessoas parar os carros e sair das casas para dançarem e cantarem as músicas conhecias que eram entoadas.
Seguiu-se o jantar, onde um dos principais temas de conversa foi amor e sexo! A entrada foi o resto do almoço e a sopa foi de feijão, onde os efeitos secundários foram expelidos pela válvula do Gil na viagem de regresso ao Seixal.

À noite, o teatro imperou. Subiu ao palco "Os Figurantes" pelo Grupo Cénico A Fénix, sendo um momento exemplar representado pelo grupo e assistido pela plateia que enchia a sala da SRDE.

Foi um dia bem passado onde o humor foi rei e que deixou saudades a todos os que foram.
Bem-Hajam!


sábado, 29 de março de 2008

Valsa das Papoilas

É a mais recente reentrada de cartaz do Animateatro chama-se "Valsa das Papoilas - Sequela" e é uma comédia hilariante!

Foi incluída nas comemorações do Dia Mundial do Teatro, nos antigos refeitórios da Fábrica Mundet com sala cheia.
Vi-a na Mundet com o Ricardo, a Catarina e a Marisa e, como gostei, repeti no Animateatro com o Canelas e o Ricardo.

Podemos ver todos os sábados, até 19 de Abril no espaço Animateatro.

Ficha Técnica
Concepção geral: Ricardo G. Santos, Lina Ramos e Alexandra Varela
Elenco: Alexandre Gregório, Patrícia Cairrão e Pedro Ribeiro
Adaptação: Ricardo G. Santos
Produção: Lina Ramos
Imagem Gráfica: Luis Mileu
Músicas: Ricardo G. Santos

As comemorações prosseguem no Animateatro e na Sociedade Filarmónica União Seixalense, entre outros, até Abril.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Fragmentos de Pessoa


Voltei...

Voltei ao Animateatro, porque quando se gosta de algo, deve-se sempre repetir. Repeti a viagem até ao espaço, mas repeti com menos gente, pois a Catarina está no Algarve a ver o Carnaval com outros planos de fundo!

Fui com o Ricardo ver a peça "Fragmentos de Pessoa", cuja única personagem era representada pelo Sérgio Prieto, a encenação estava a cargo do Ricardo Santos, a dramaturgia pela professora Gabriela Benavente (a Babá!) e a cenografia por Alexandra Varela.

Continuem sempre com sucesso!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Yerma


No passado sábado desloquei-me até ao Espaço Animateatro para ver a peça "Yerma" de F. Garcia Lorca, acompanhado pelos meus melhores amigos e família.

Gostei bastante de ver a peça, os jogos de luzes, a música de fundo e, acima de tudo, os actores (de quem destaco a Lina - a Yerma, que emocionava só de vê-la).

Num ambiente pequeno e acolhedor, o Animateatro consegue transmitir cultura a quem o visita e a quem nele estuda.

No ano passado, tive o previlégio de ver a "Bodas de Sangue", do mesmo autor, onde me surpreendi com o profissionalismo da minha amiga Maria João, que fazia de Mãe, e que podemos vê-la em "Os Figurantes", na Sociedade Filarmónica União Seixalense.

Para o excelente profissionalismo, para o Animateatro e para o encenador Ricardo, os meus parabéns. Bem-Hajam!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Missão Cumprida


Após o sucesso da estreia no mês de Dezembro, "Os Figurantes" - peça levada a cabo pelo Grupo Cénico A Fénix, volta a representar no salão nobre da Sociedade Filarmónica União Seixalense no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 21h45.
A estreia viu uma sala lotada com duas centenas e meia de espectadores, nos quais se destacava Joaquim Letria.
Assim, o Grupo Cénico A Fénix inicia uma tournée pelos palcos do país com a peça "Os Figurantes", de Juan Pereira, representando no mês de Janeiro no Seixal e em Azeitão no dia 26.


"Os Figurantes", de Juan Pereira
Dia 19 de Janeiro, 21h30
Sociedade Filarmónica União Seixalense
Rua Dona Maria II, 21-23 - Seixal

Dia 26 de Janeiro, 21h30
Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense
Rua S.F.P.A. - Vila Nogueira de Azeitão


Sinopse / Argumento:
Carlos é um homem pacato e tímido que não gosta de arriscar em novos desafios. Mas tudo muda quando a sua namorada acaba a relação com ele, para seguir a sua carreira como actriz na televisão. Carlos descobre que foi despedido do seu emprego e, com a ajuda do amigo Jaime, concorre a um casting para a televisão, de modo a reconquistar o seu amor.
Uma comédia romântica com personagens excêntricas que surgem no caminho de Carlos, que consegue garantir um lugar como figurante na peça da sua amada.
Será que tudo acabará bem?

Para mais informações, consulte o http://www.uniaoseixalense.org/.