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domingo, 21 de abril de 2013
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Viva a República?
No 100º aniversário da implantação do regime republicano em Portugal, vale a pena fazer algumas questões que, por vezes, até parecem esquecidas pelos portugueses:
- Vale a pena festejar a implantação da república, quando noutros anos ninguém se lembra qual a razão do feriado que está marcado no calendário a 5 de Outubro?
- Para quê festejar a república se não se sabe o que aconteceu nesse dia?
- De que serviu a extinção da monarquia e a implantação da república?
- Será que a república trouxe a liberdade, igualdade e fraternidade que anunciou?
- Os portugueses têm noção de que a maior parte destes cem anos de república foram passados numa espécie de anarquia ou em ditadura?
Enfim, acima de tudo que viva a república e que, com o esforço de todos, continuemos em busca da liberdade, igualdade e fraternidade que ainda não achámos!
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Abril: Viva a Liberdade!

Desde 1974 que Portugal vive em democracia e liberdade, que são postas em causa quase diariamente.
Os de ontem parece que se esqueceram dos ideais de Abril, os de hoje não estão muito interessados e os de amanhã? Que futuro teremos enquanto os nossos governantes se esquecerem de que há necessidades no povo e que o país não pode continuar a viver na farsa em que vive que unicamente serve para inglês ver!
Vamos lá respeitar e divulgar Abril, pois as portas que Abril abriu não se podem mais cerrar.
No concelho do Seixal destaco, nas comemorações da Revolução dos Cravos, um espectáculo onde se vão lembrar os poetas e os cantores de Abril, onde cantarei uma vez mais José Carlos Ary dos Santos.
Dia 23 - 21h30 - Salão da Sociedade Filarmónica Operária Amorense
Viva o 25 de Abril!
terça-feira, 21 de abril de 2009
35 Anos após a Revolução dos Cravos
Hoje estamos melhor que em 1974, embora continue a existir ditadura, disfarçada entre os alveolos da democracia.


Houve muitos ideais e muitas conquistas de Abril que se perderam, houve muitos sonhos que nunca se concretizaram. É mesmo assim! Qualquer revolução tem aspectos positivos e negativos.
Em 1926, após golpe militar, instituiu-se em Portugal a Ditadura Militar que durou até 1928, sendo chamada de Ditadura Nacional a partir da presidência de Óscar Carmona, que terminou em 1933 aquando a criação de uma nova Constituição, que originou o Estado Novo.
O Estado Novo era a continuação da ditadura já exitente, mas com mais e melhores regras e organizações, que foram coordenadas pelo primeiro-ministro (à época: presidente do conselho de ministros) Oliveira Salazar até à sua destituição em 1968, por incapacidade.
Salazar foi substituido por Marcello Caetano, mas nunca soube que tinha deixado de exercer funções até morrer em 1970: típico de um regime como o de então!
Quando Marcello Caetano chegou a primeiro-ministro, pensou-se que iria haver uma primavera no regime. Caetano foi para o exílio em 1974.
No Largo do Carmo, em Lisboa, as tropas fizeram cair o Estado Novo e deu-se início à 3ª República a 25 de Abril de 1974, após o golpe militar liderado por Salgueiro Maia a que se chamou Revolução dos Cravos, pois foi esta flor, que uma florista ofereceu aos militares para que não disparássem.


Três décadas e meia depois festejamos o 25 de Abril e é nosso dever transmitir e explicar ao próximo para que nunca se fechem as portas que Abril abriu!
Associação 25 de Abril: http://www.25abril.org/
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