quinta-feira, 5 de setembro de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
Lisboa
A palavra "Lisboa" deriva do nome primitivo do rio Tejo: Lissus ou Lussus. Este nome originou vários termos, como por exemplo, a denominação de lusitanos aos que habitam na Lusitânia, vulgo Portugal.
O Tejo, só teve esta denominação, devido aos romanos que o chamaram de Tagus e, como em todo o país, a chegada dos árabes alterou as palavras, pela dificuldade de pronunciação, sendo Tajo (como atualmente em Espanha) e depois Tejo.
Segundo uma teoria de Bochart, o nome Olissipo, designação pré-romana de "Lisboa", remontaria aos Fenícios. Segundo esta teoria, Olissipo derivaria de "Allis Ubbo" ou "Porto Seguro" em fenício, dado o magnífico porto fornecido pelo estuário do Tejo. No entanto, não existe nenhum registo que possa comprovar tal teoria. Segundo Tovar, Olissipo seria uma palavra de origem tartessa sendo o sufixo ipo frequente na região de influência Turdetano-Tartessica. O prefixo "Oli(s)" não seria único pois surge numa outra cidade Lusitana, de localização desconhecida, que Pomponius Mela dizia chamar-se Olitingi.
Posteriormente, o nome latino teria sido corrompido para "Olissipona". Ptolomeu chamou a cidade de "Oliosipon".
Os visigodos chamaram-na "Ulishbona" e os mouros, que tomaram a cidade no ano 714, nomearam-na, em árabe, اليكسبونا (al-Lixbûnâ) ou لشبونة (al-Ushbuna).
Etimologia mítica
Os autores da Antiguidade explicavam através de uma lenda mítica a origem da fundação de Olissipo que atribuíam ao herói grego Ulisses. Solinus, provavelmente baseando-se na lenda contada por Estrabão de que Ulisses teria fundado uma cidade na Península Ibérica, em local incerto, chamada Odysseia, atribui a fundação de Olissipo a Ulisses.
«Ibi oppidum Olisipone Ulixi conditum: ibi Tagus flumen.»
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sexta-feira, 14 de junho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
Ópera do Tejo - Lisboa, 1755
Música: Alessandro Nell' Indie de David Perez - a ópera que estreou a Casa da Ópera ou Ópera do Tejo, em março de 1755, situada no Terreiro do Paço. Desapareceu com o terramoto de 1 de novembro de 1755.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Sabia que...
...O Mosteiro dos Jerónimos ou de Santa Maria de Belém (SMB) teve quintas e outras propriedades no concelho do Seixal?
Aqui foram localizados vários marcos de divisão de propriedade com as iniciais SMB.
Efetivamente, os frades Jerónimos chegaram a ser proprietários da Quinta da Atalaia, (onde hoje se realiza a festa do Avante), da Quinta da Palmeira (onde hoje está a Siderurgia Nacional), da Quinta de Fernão Ferro e do Pinhal de Frades, que aliás deve o seu nome a esse facto.
Os frades Jerónimos ou de Santa Maria de Belém também tiveram marinhas de sal na zona ribeirinha da Aldeia de Paio Pires.
Em 1834, por extinção das ordens religiosas, todas estas propriedades foram vendidas em hasta pública e compradas por particulares.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
La Japonaise (1987)
Intérpretes: Freddie Mercury & Monserrat Caballé;
Gravado a 9 de novembro de 1987 e incluído no álbum "Barcelona" de 1992.
domingo, 2 de dezembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
Uma Noite em Casa de Amália
Elenco:
Amália | Vanessa Silva
Vinicius de Moraes | Marcos de Góis
David Mourão-Ferreira | Nuno Guerreiro
Alain Oulman | Hugo Rendas
Natália Correia | Paula Fonseca
Ary dos Santos | Ricardo Castro
Maluda | Cláudia Soares
Militar | Rui Andrade
Casimira | Rosa Areia
Hugo Ribeiro | Pedro Martinho
Encenação: Filipe La Féria
Teatro Politeama
Rua Portas de Santo Antão - Lisboa
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
Ao Meu Amigo
Quero
ser o teu amigo.
Nem
demais e nem de menos.
Nem
tão longe e nem tão perto.
Na
medida mais precisa que eu puder.
Mas
amar-te sem medida e ficar na tua vida, da maneira mais discreta que eu souber.
Sem
tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem
forçar tua vontade.
Sem
falar, quando for hora de calar.
E
sem calar, quando for hora de falar.
Nem
ausente, nem presente por demais.
Simplesmente,
calmamente, ser-te paz.
É
bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E
por isso eu te suplico paciência. Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...
Fernando Pessoa
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
A Muleta do Seixal
A Muleta do Seixal ou Muleta de Tartaranha é uma das mais invulgares embarcações portuguesas, caída em desuso em finais do século XIX. Os seus portos de armamento eram o Seixal e o Barreiro, onde figura como o elemento principal no brasão destas duas cidades.
Embarcação de pesca de arrasto à vela, aparelhava uma arte de rede de arrasto pelo fundo em forma de saco, chamada arte de tartaranha. A sua zona de actuação limitava-se aos estuários do Tejo e do Sado e à plataforma continental entre os Cabo da Roca e Cabo Espichel. Pescava principalmente peixe areado (azevia, linguado e solha).
Considerada durante muito tempo como uma embarcação de tipo romano (ou mesmo mais antiga), a moderna investigação situa-a em Portugal numa data muito mais recente (sécs. XVI-XVII). A muleta de tartaranha foi substituída nos finais do século XIX pelo bote de tartaranha, embarcação tradicional do tipo dos barcos do Tejo, que desenvolveu a sua actividade até finais da Segunda Guerra Mundial.
Um dos aspectos mais característicos da muleta e do bote de tartarenha é o aspecto vélico, constituido por um conjunto grande de velas armadas a vante e a ré, triangulares e retangulares.
Encontra-se presente no brasão da Cidade do Seixal.
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Festas Populares de São Pedro em 2009
Recordação das Festas Populares de São Pedro - Seixal 2009.
Animação de rua pelo grupo DivértiSeixal.
domingo, 13 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
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