quarta-feira, 27 de junho de 2012

Festas Populares de São Pedro em 2009

Recordação das Festas Populares de São Pedro - Seixal 2009.
Animação de rua pelo grupo DivértiSeixal.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O 25 de Abril de 1974



No trigésimo oitavo aniversário da Revolução dos Cravos, recordo as mais marcantes imagens do dia e da época, ao som da canção "E Depois do Adeus" de José Calvário e José Niza, interpretada pelo Paulo de Carvalho.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Não Há Mal Que Nunca Acabe

Isto está um Deus nos valha
Vamos todos comer palha
Do modo que as coisas estão
A malta está tão à rasca
Que só vai comer à tasca
Sandes de cascas sem pão

in "Agarra Que É Honesto", 2009

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Grupo Cénico José Viana Soma e Segue

Revista em cena até Agosto.
Para mais informações: grupocenicojoseviana@gmail.com


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Demasiado

Hoje lembrei-me de uma das músicas que mais marcou a minha adolescência.
O grupo era as famosas Spice Girls e a música chamava-se Too Much.
Este clip de vídeo tem pequenos trechos do filme que as Spice Girls tiveram durante meses em cena nos cinemas.
Talvez por ouvir 'demasiado', ainda hoje a tenho na memória.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Fado Moliceiro


Na continuação do disco "Um Homem na Cidade", Carlos do Carmo e Ary dos Santos juntaram-se a vários músicos e criaram "Um Homem no País".
Deste último, recordo o Fado Moliceiro, que tão bem retrata a região de Aveiro, onde nasceu a minha avó na cidade da Murtosa, em 1930.

A partir de hoje o disco "Um Homem no País" está disponível na barra do lado direito deste blogue, com todas as músicas que tão bem retratam cada região.

Fado Moliceiro
Letra: José Carlos Ary dos Santos
Música: Carlos Paredes


Silêncio que se vai cantar a ria...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Calçada de Carriche

Luísa sobe,
sobe a calçada,
sobe e não pode
que vai cansada.
Sobe, Luísa,
Luísa sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.

Saiu de casa
de madrugada;
regressa a casa
é já noite fechada.
Na mão grosseira,
de pele queimada,
leva a lancheira
desengonçada.
Anda Luísa,
Luísa sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.

Luísa é nova,
desenxovalhada,
tem perna gorda,
bem torneada.
Ferve-lhe o sangue
de afogueada;
saltam-lhe os peitos
na caminhada.
Anda Luísa,
Luísa sobe,

sobe que sobe,
sobe a calçada.

Passam magalas,
rapaziada,
palpam-lhe as coxas,
não dá por nada.
Anda Luísa,
Luísa sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.
Chegou a casa
não disse nada.
Pegou na filha,
deu-lhe a mamada;
bebeu da sopa
numa golada;
lavou a loiça,
varreu a escada;
deu jeito à casa
desarranjada;
coseu a roupa
já remendada;
despiu-se à pressa,
desinteressada;
caiu na cama
de uma assentada;
chegou o homem,
viu-a deitada;
serviu-se dela,
não deu por nada.
Anda Luísa,
Luísa sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.

Na manhã débil,
sem alvorada,
salta da cama,
desembestada;
puxa da filha,
dá-lhe a mamada;
veste-se à pressa,
desengonçada;
anda, ciranda,
desaustinada;
range o soalho
a cada passada;
salta para a rua,
corre açodada,
galga o passeio,
desce a calçada,
chega à oficina
à hora marcada,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga;
toca a sineta
na hora aprazada,
corre à cantina,
volta à toada,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga.
Regressa a casa
é já noite fechada.
Luísa arqueja
pela calçada.
Anda Luísa,
Luísa sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada,
sobe que sobe,
sobe a calçada,
sobe que sobe,
sobe a calçada.
Anda Luísa,
Luísa sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.

Rómulo de Carvalho, vulgo António Gedeão
in Poesias Completas (1956-1967)

sábado, 21 de janeiro de 2012

Tony Carreira: Plágio ou Calúnia?

Veja o vídeo e tire as suas próprias conclusões!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A Música Ficou Mais Pobre



Partiu hoje o maestro, compositor e cantor Pedro Osório, ficando o panorama musical português mais pobre.
Neste vídeo recordo uma das participações dele no Festival RTP da Canção.
Até Sempre.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Próspero Ano Novo

Nos dias que correm, temos de nos esforçar para pagar quase tudo, sob justificação duma crise inventada por quem menos a sente.
Às vezes penso na ironia de certa gente que diz que "temos de ajudar o próximo"!

Só espero que 2012 seja mais justo para todos, pois neste cantinho à beira-mar plantado ainda há esperança... E sempre me disseram que a esperança é a última a morrer.

Feliz 2012!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Condução Defensiva



Porque mais vale prevenir do que remediar, conduza sempre com segurança e, se for peão, não facilite.
Afinal, mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Fado

Não resisto em partilhar convosco este belo poema e respetiva imagem, publicado pelo genial Mário Raínho aquando da elevação do Fado a Património Imaterial da Humanidade.

FADO PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE

Está o fado, em pandemónio,
Elevado a património,
Estatuto que nos é terno...
Mas temos que ter cuidado:
Que não vá vender, do fado,
Seu património, o governo!?

Como o país está à rasca
E nossa sorte é atípica...
Vão colectar cada tasca
E toda casa que é típica!!!

Se isso acontecer, sabemos
Vai dar grande sururú
E o governo corremos
Com um biqueiro no Cú!!!

Poema de Mário Raínho

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Cheira a Aldeia de Paio Pires

Canção do São Martinho 2011 para a EB1/JI Aldeia de Paio Pires

A escola tem cheirinho a outono
Das árvores, as folhas vão caindo
O verde dá lugar ao castanho
E todos vão para a escola sorrindo

Sabem que o fogareiro já fumega
E a seu lado está uma saca de castanhas
A partilha faz o gosto do colega
Salta a castanha, vamos ver quem a apanha

Refrão
Uma castanha a saltar na braseira
Cheira bem, é da Aldeia
Tiro a casca e ela sai toda inteira
Cheira bem, é da Aldeia
Está quentinha, faz bem o meu gosto
Saborosa põe-me bem-disposto
A castanha está na minha ideia
Vamos às castanhas aqui na Aldeia


Letra: Mário Barradas
Música: César de Oliveira
Agradecimento especial aos colegas docentes pela ajuda vocal.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Lisboa, 1 de Novembro de 1755

O Terramoto de 1755 ou Terramoto de Lisboa, ocorreu no dia 1 de Novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa e atingindo ainda grande parte do litoral do Algarve. O sismo foi seguido de um tsunami - que se crê tenha atingido a altura de 20 metros - e de múltiplos incêndios, tendo feito certamente mais de 10 mil mortos.

Atingiu várias localidades, sendo Lisboa, Almada, Seixal e Vila Real de Santo António as mais atingidas. Hoje, ainda se festejam milagres acontecidos nesse dia, realizando-se procissões em Arrentela (Seixal) e em Cacilhas (Almada).

Imagem: Lisboa após o terramoto de 1755.

Foi um dos sismos mais mortíferos da história mundial, marcando o que alguns historiadores chamam a pré-história da Europa Moderna. Os geólogos modernos estimam que o sismo de 1755 atingiu a magnitude 9 na Escala de Richter.

O terramoto de Lisboa teve um enorme impacto político e sócio-económico na sociedade portuguesa do século XVIII, dando origem aos primeiros estudos científicos do efeito de um sismo numa área alargada, marcando assim o nascimento da moderna sismologia.

Imagem: Propagação das ondas do maremoto/tsunami com escala horária.

Lisboa foi, a par de Vila Real de Santo António, reconstruida sob alçada de Sebastião José de Carvalho e Melo - Marquês de Pombal, com uma inovadora gaiola pombalina a suster os edifícios e com o lema "enterrar os mortos e cuidar dos vivos".

No ano seguinte, no dia do primeiro aniversário do terramoto e devido à fome e pobreza, iniciou-se uma tradição hoje esquecida: o pão por Deus, onde as crianças pediam comida às portas em troca de uns versos ou duma cantiga.

Imagem: Gaiola Pombalina idealizada pelo Marquês de Pombal e que se encontra no interior das paredes dos edifícios da baixa da capital.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A República

Trailer dum filme sobre a nossa história, que representa bem o que aconteceu no dia 5 de Outubro de 1910.
Viva a república! Viva Portugal!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Fado é Fixe



Vasco Rafael canta O Fado é Fixe da autoria do Carlos Paião, com um pouco de humor à mistura...
Saudades para ambos, que nos deixaram cedo demais.