No Seixal, as Marchas Populares de São Pedro não têm concurso para se atribuir prémios, tal como acontece em Lisboa ou Almada.sábado, 10 de julho de 2010
As Marchas Populares do Seixal
No Seixal, as Marchas Populares de São Pedro não têm concurso para se atribuir prémios, tal como acontece em Lisboa ou Almada.terça-feira, 6 de julho de 2010
Precipício
Há dias em que acordamos e pensamos: " Por que carga d'água fulano fez isto ontem?" ou "Por que é que ele disse aquilo?".terça-feira, 22 de junho de 2010
Festas Populares de São Pedro - Seixal 2010
Tradicionalmente dedicadas ao padroeiro dos pescadores, como forma de agradecimento pela protecção em mar, as Festas Populares de S. Pedro continuam a privilegiar essa homenagem, com um conjunto de celebrações religiosas e outros costumes que resistiram ao passar dos tempos, iniciando deste modo as festas de Verão no concelho.
De 24 de Junho a 4 de Julho, a música, as marchas populares, o artesanato e a animação de rua voltam a marcar presença nos festejos.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Silêncio e Tanta Gente
segunda-feira, 3 de maio de 2010
O Conservatório e o Bairro Alto
A Escola de Música do Conservatório Nacional é uma das escolas que compõem o Conservatório Nacional de Lisboa (a outra é a Escola Superior de Teatro e Cinema).
A criação de um conservatório para o ensino da música em Lisboa é fortemente devida ao compositor português João Domingos Bomtempo (1775-1842), que era igualmente um pedagogo de reconhecido mérito. Quando regressou a Portugal (1834), Bomtempo pôs em prática a reforma do ensino musical em Portugal, com base nos contactos que foi fazendo no estrangeiro e com a observação das respectivas reformas de ensino musical, tanto em França como na Inglaterra.
O projecto inicial surgido aquando da criação de um Conservatório de Música seguia o modelo da escola de música parisiense. Em 5 de Maio de 1835, Dona Maria II deu o seu aval para a construção do conservatório no edifício onde outrora funcionou o Convento dos Caetanos, sendo anexo à Casa Pia e dirigido por Bomtempo.
A sua localização:
O Bairro Alto, outrora conhecido como Vila Nova dos Andrades, é uma zona típica de Lisboa de ruas estreitas e empedradas adjacentes às zonas do Carmo e do Chiado, com casas seculares e pequeno comércio tradicional. Construído mais ou menos em plano ortogonal em finais do século XVI, o Bairro Alto é um dos mais pitorescos da cidade, sendo delimitado a oeste pela Rua do Século, a este pela Rua da Misericórdia, a norte pela Rua Dom Pedro V e a sul pela Rua do Loreto e Largo do Calhariz. O Bairro Alto divide-se pelas freguesias da Encarnação (a nascente) e Santa Catarina (a poente).
Durante o Século XIX e até ao terceiro quartel do Século XX, o bairro abrigava as sedes dos principais jornais e tipografias do país. Ainda hoje é possível encontrar ecos desse tempo em nomes de ruas como a Rua Diário de Notícias ou a Rua do Século. Este bairro, um dos mais intelectuais da capital, frequentado e habitado por jornalistas, escritores e estudantes, a um passo do Chiado, era também lugar de tascas de marinheiros, de lugares de má fama e de prostituição. Vitorino Nemésio faz alusões a este ambiente no romance Mau Tempo no Canal.

Rua da Rosa (principal artéria do Bairro Alto)
O edifício onde nasceu o Diário de Notícias foi mais tarde ocupado por A Capital (diário extinto em 2005), sendo hoje mais conhecido por «Edifício A Capital». Foi neste prédio que a companhia de teatro Artistas Unidos esteve sediada durante muito tempo. A companhia abandonou o espaço há alguns anos, uma vez que a Câmara Municipal vai proceder a obras de reabilitação.
Desde os anos 80 do século passado que é a zona mais conhecida da noite alfacinha, com inúmeros bares e restaurantes a par das casas de fado, local onde se situavam também quase todos os órgãos de imprensa de distribuição nacional. Nos últimos 20 anos adquiriu uma vida muito própria e característica, onde se cruzam diferentes gerações na procura de divertimento nocturno.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
O Povo Unido Jamais Será Vencido

quarta-feira, 21 de abril de 2010
Abril: Viva a Liberdade!

sexta-feira, 2 de abril de 2010
A Desfolhada da Hermínia Silva
Hermínia Silva nasceu em 1907, cinco anos depois de Ercília Costa, a primeira fadista que saiu das fronteiras de Portugal. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado. A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fôra ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As "histórias" dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo.
Para além de fadista foi também actriz e teve uma casa de fados no Bairro Alto denominada "O Solar da Hermínia".
Nesta versão da "Desfolhada Portuguesa" popularizada pela Simone de Oliveira, apenas a música de Nuno Nazareth Fernandes permaneceu, dando os versos de Ary dos Santos lugar aos de Eduardo Damas.
Esta "Desfolhada da Hermínia" critica o facto da canção interpretada pela Simone ter sido uma das mais belas de sempre e ser tão mal classificada na Eurovisão de 1969, no Teatro Real de Madrid.
Hermínia critica o fraco gosto das canções vencedoras e as "politiquíces" que ainda hoje envolvem o Festival assim como os portugueses.
Hermínia Silva alcançou um estatuto perante a ditadura que a permitia dizer quase tudo, pois a ignorância no Estado Novo era uma das virtudes.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Feira de Antiguidades
No primeiro sábado de cada mês, podemos visitar no jardim da Praça 1º de Maio uma pequena feira que vende antiguidades e artesanato, que sempre vai animando o Seixal.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Tempestade Xyntia afecta o Seixal
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Até Sempre Poesia, Até Já Lobato Faria!
O corpo de Rosa Lobato Faria vai estar na Igreja de Santa Isabel, perto do Largo do Rato, em Lisboa. Depois da celebração, o funeral sairá para um cemitério de Lisboa, sendo que a actriz será cremada, os cemitérios de Alto São João e Olivais são as únicas possibilidades na capital.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Dia de Reis
Neste dia, segundo a tradição cristã, os três reis-magos chegam à mangedoura, em Belém, onde visitam o menino Jesus e lhe entregam três presentes: ouro, incenso e mirra. Baltasar, Gaspar e Belchior (ou Melchior) foram guiados pela estrela do norte.Ora, todos estes simbolismos encontramos ainda hoje quando colocamos a estrela no cimo da árvore de Natal e quando abrimos os presentes. Mais correctos ainda são os espanhóis que abrem os presentes na noite de reis.
domingo, 27 de dezembro de 2009
A Não Perder!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
2009 Revisitado

domingo, 15 de novembro de 2009
Retalhos da Vida de um Médico
Estradas e fragas de vento,
De vidas em sofrimento
Retalhos fundos nos rostos,
Mãos duras e retalhadas
Pelo suor do desgosto,
Retalha as caras fechadas
O caminho que seguiste,
Entre gente pobre e rude,
Muitas vezes tu abriste
Uma rosa de saúde
Cada história é um retalho
Cortado no coração
De um homem que no trabalho
Reparte a vida e o pão

As vidas que defendeste,
E o pão que repartiste,
São lágrimas que tu bebeste
Dos olhos de um povo triste
E depois de tanto mundo,
Retalhado de verdade,
Também tu chegaste ao fundo
Da doença da cidade
Da que não vem na sebenta,
Daquela que não se ensina,
Da pobreza que afugenta
Os barões da medicina
Tu sabes quanto fizeste,
A miséria não segura,
Nem mesmo quando lhe deste
A receita da ternura
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Recordando Ary dos Santos





segunda-feira, 5 de outubro de 2009
99º Aniversário da República Portuguesa

A I República ou República Parlamentar, implantada em 1910, terminou a 30 de Maio de 1926;

quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Roteiro Toponímico do Seixal





A Reconquista da Moinho de Maré
O Moinho de Maré do Castelo, em Corroios, edifício com mais de 600 anos, reabre ao público no dia 11 de Setembro, sexta-feira, às 18 horas, após um processo de qualificação com um investimento de mais de 2 milhões de euros. O programa de reabertura inclui a inauguração de uma exposição de longa duração sobre o próprio moinho, concertos e teatro electroacústico.quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Adeus Sr. Maestro
Aos 18 anos entrou para o Batalhão de Caçadores 5, onde tocava clarinete e onde esteve durante oito anos.
Também trabalhou na Emissora Nacional. Compôs e orquestrou canções como "Desprendimento", "Olhos Verdes" ou "Nostalgia". Foi o orquestrador da mais famosa canção de sempre do Festival RTP, a "Desfolhada Portuguesa".
Foi ainda autor das bandas sonoras dos filmes "Passagem de Nível" ou "Justiça dos Céus".
Em 1995 e 2005 foi homenageado pela Sociedade Portuguesa de Autores que o considerou "uma das figuras mais marcantes da música portuguesa no século XX".